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Um dos pilares da chamada Indústria 4.0, os gêmeos digitais (digital twins) são considerados pela Gartner uma das 10 tendências mais relevantes no âmbito de TI.

De acordo com a consultoria, um terço das organizações mundiais irão adotar soluções de Inteligência Artificial e Gêmeos Digitais em conjunto com projetos de Internet das Coisas, até 2023.

“Gêmeos digitais representam o presente e o futuro das empresas e da indústria, pois ao representar, de forma digital, um processo, estrutura ou sistema, fazem a ponte entre o mundo físico e o virtual”, explica Duperron Ribeiro, CEO da PhDsoft.

“Dessa forma, são capazes de monitorar, analisar e aperfeiçoar o desempenho de processos, reduzir custos e aumentar a produtividade”, acrescenta.

 

C4D: primeiro gêmeo digital do mercado

 

Em 1993, a PhDsoft lançou a primeira versão do C4D, tecnologia robusta e comprovada que prediz com precisão a degradação e corrosão de ativos complexos ao longo do tempo.

Seu primeiro cliente foi a Transpetro em 1995, que passou a utilizar o C4D em seus navios”, lembra.

Este foi o primeiro Gêmeo Digital do mercado. Somente oito anos depois o termo Digital Twin veio a ser criado. Desde então, a PhDsoft vem liderando a tecnologia de Digital Twin.

Em 2012, a revista TN Petróleo, uma das principais publicações do setor de óleo e gás no Brasil, destacava o lançamento de uma nova versão do C4D, gêmeo digital (digital twin) da PhDsoft.

 

“Único no mundo, [o C4D] é usado na manutenção de estruturas como plataformas de petróleo e navios. Até pelo aumento da segurança que viabiliza, ele já foi adotado por Petrobras, Shell, Modec e Subsea7”, escreveu a revista.

 

“Agora, o software também inclui realidade aumentada para orientar os robôs submarinos que auxiliam nas inspeções. Esta foi uma demanda para a exploração do pré-sal”, acrescentava o texto da matéria, que contou com depoimento de Duperron Ribeiro, CEO da PhDsoft.

 

“O C4D é um caso de sucesso brasileiro. Ele reúne as técnicas mais modernas de engenharia, TI e gestão para maximizar a eficiência do processo de manutenção e minimizar riscos de acidentes que causam grandes prejuízos, poluição e mortes”, explicava Duperron. “Foi isso o que atraiu a Petrobras, há mais de 15 anos, quando eu ainda testava a tecnologia como professor da UFRJ, antes de fundar a PhDsoft, em 2000”, concluía.

C4D ganhou valor durante a pandemia da Covid-19

Hoje, passados quase 10 anos, o C4D continua passando por atualizações tecnológicas constantes, e ganhou grande valor durante a pandemia da Covid-19 por reduzir significativamente o trabalho presencial de inspeção dos ativos sob seu controle.